Claudia Kiatake

"Claudia tem a capacidade de expressar suas ideias e colocá-las rapidamente em prática. Ela nos surpreende com sua vontade de fazer acontecer. Construir uma obra de arte por meio da matéria e chegar a um resultado onde aparecem claramente suas intenções, seus desejos e as condições que determinaram um objeto tecnicamente perfeito, e esteticamente denso e equilibrado."       

                                                                                                              



Nicolas Vlavianos - Jun/12

Claudia Kiatake, 43. Nasceu e vive em São Paulo, Brasil.

Permeia por diversos materiais e mídias, desenvolvendo trabalhos em metal, madeira, papel e fotografia, além de grafismos digitais explorando novas composições de seus trabalhos.

Nessa diversidade de materiais, mídias, formas, texturas e cores, salta aos olhos um denominador comum que denuncia claramente a intenção da artista: a plasticidade equilibrada leve e harmoniosa que permite uma leitura plástica bastante intensa, passando pela forma, e só então pelo contexto da obra.

Claudia participou de exposições coletivas e de eventos privados coordenados pela Latin Contemporary, art advisory, em Nova Iorque.

"A arte existe onde há expectador e vem para revelar o que já existe em cada um de nós. O que esquecemos ou o que desaprendemos a enxergar e a sentir. Atinge com precisão nossa alma e nos reinventa."  - Claudia Kiatake

 

Agradecimentos 

Meus sinceros agradecimentos aos meus professores, artistas renomados, Georgia Kyriakakis, Rosana Mariotto, Nicolas Vlavianos. E � Daniela Margotto, fot�grafa de minhas peças, desde o in�cio.

  

Artista Inconfess�vel 

Fazer o que seja � in�til.

N�o fazer nada � in�til.

Mas entre fazer e n�o fazer

mais vale o in�til do fazer.

Mas n�o, fazer para esquecer

que � in�til: nunca o esquecer.

Mas fazer o in�til sabendo

Que ele � in�til, e bem sabendo

Que � in�til e que seu sentido

N�o ser� sequer pressentido,

Fazer: porque ele? mais dif�cil

Do que n�o fazer, e dificilmente

Se poder� dizer

Com mais desd�m, ou ent�o dizer

Mais direito ao leitor ningu�m

Que o feito o foi para ningu�m.

 

Jo�o Cabral de Melo Neto 

 

 

 

 

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